Eu bem que gostaria de estar falando da Americana que pretende vender a virgindade para pagar o custos acadêmicos, mais essa notícia já é meio Old e as opniões são sempre as mesmas do esperado. (Alguns dizem não e que isso é um absurdo aos sensos éticos da boa moral... Já outros dizem que se a "coisa" é dela, ela vende pra quem quiser).
No calor das coisas o ínicio de ano vem ai e começa o período de compra de matérial escolar. Sempre os jornais fazem matérias falando sobre os alto custos e aumentos em relação ao ano anterior. E numa dessas matérias que eu estava acompanhando achei um absurdo em relação de preços e locais de São Paulo.O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro.
De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados.
As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%.
Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP.
Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda
que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.
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