Mada

Dedurado por Anônimo em 08:38


 
Mais uma vez, vagueando pelo universo on-line, encontrei uma materia interessante e acho que várias de nós deveriam ler, mesmo que por curiosidade.

Todo mundo que se lembra da novela "Mulheres Apaixonadas" ou que está assistindo a mesma no "Vale a pena ver de novo" se lembra também da personagen da Giulia Gan que sofria por amar de mais seu marido. Vítima de um amor descomedido e de uma baixa auto-estima (SIM! Baixa auto-estima se você se lembrar que aUto, com "u" significa próprio.) que a levaram à quase loucura a história dela é uma colcha de retlhos de histórias de várias outras mulheres.

É importante a gente ter uma boa auto-crítica para avaliar se nosso ciume é resultado de nossas inseguranças (o que é normal), de atitudes do dito companheiro (o que é normal) ou de um sentimento de posse e impotencia e de uma dominação doentios. E se uma relação nos leva sofrer ais que ser feliz e nos afasta da realidade, é hora de pensar e se for o caso procurar ajuda psicológica ou do MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas). Um grupo de apoio e ajuda mútuos que funciona próximo aos moldes dos Alcoolatras Anônimos (AA) e dos Narcóticos Anônimos. Não sei se esse amor extremista se aproxima a um vício, mas a ajuda psicológica se faz necessária como nos outros casos.
Já que não sou especialista truoxe aqui Os Doze Passos Do MADA, para tentar ajudar quem precisa. E como diria minha mãe, "A gente não pode por a nossa felicidade nas mãos de outra pessoa, já que a outra pessoa também está a procura da própria felicidade!"


Os doze passos do Mada

1. Admitimos que éramos impotentes perante os relacionamentos e que tínhamos perdido o controle de nossas vidas.

2. Passamos acreditar que um poder superior a nós mesmas poderia nos devolver a sanidade.

3. Decidimos entregar nossas vidas aos cuidados de Deus, na maneira como o concebíamos.

4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmas.

5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmas e outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.

6. Nos dispusemos inteiramente a deixar que Deus removesse os defeitos do nosso caráter.

7. Humildemente, pedimos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.

8. Fizemos uma lista de todas as pessoas que prejudicamos e nos dispusemos a reparar os erros que cometemos com elas.

9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.

10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos erradas, nós o admitíamos prontamente.

11. Procuramos, por meio da prece e da meditação, melhorar nosso contato com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade e forças para realizar essa vontade.

12. Graças a esses passos, experimentamos um despertar espiritual e procuramos transmitir essa mensagem a outras mulheres, dependentes de pessoas. Procuramos praticar esses princípios em todas as nossas atividades. Nada, absolutamente nada, acontece por equívoco no mundo de Deus. A não ser que eu aceite a vida totalmente do jeito que ela é, não poderei ser feliz. Preciso me concentrar menos no que é preciso mudar no mundo e mais no que eu preciso mudar em mim e nas minhas atitudes.

Texto cedido pelo MADA. Adaptado do AA (Alcoólatras Anônimos)

Fonte: Terra - Mulher